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sábado, 29 de outubro de 2011
Oficinas Agosto/setembro
No segundo semestre de 2011, estamos trabalhando mais perto da Poesia. Aprendendo suas delicadezas, sua fúria de palavra tensionada ao extremo. Estudamos a poeta mineira Adélia Prado, que encontra seu motivo no cotidiano. Os alunos foram convidados a escrever sobre esse mesmo tema. Como sempre ocorre, em nossa oficina não há certo e errado, tampouco obrigamos à opção pela forma. Assim, algumas alunas optaram pela prosa, mantendo a temática proposta. Em seguida, os textos.
domingo, 21 de agosto de 2011
Oficina Junho
Os textos que se seguem obedecem à proposta de resgatar aspectos da cidade de Rio Claro que estejam ligados a algum dos sentidos (ou todos) que formam o sistema sensorial. A cidade nos envia estímulos sensoriais o tempo todo, nós os percepcionamos, mas nem tudo permanece fixado na memória de curto ou longo prazo. Ao trabalharmos com a possibilidade de resgatar tais sensações, abre-se um espaço para amalgamar vivências pessoais ao espaço público. Nos exercícios de escrita, cada aluno trouxe um aspecto, subjetivo ou objetivo, atendendo à proposta.
domingo, 19 de junho de 2011
Objetos Biográficos
| Imagem captada na net, apenas para ilustrar |
Nas oficinas de abril/maio, trabalhamos o conceito de objeto biográfico vinculado à Literatura. Partimos do pressuposto de Eclea Bosi:
"Podem ser considerados objetos biográficos, aqueles que envelhecem com o possuidor e se incorporam à sua vida(...). Cada um desses objetos representa uma experiência vivida, uma aventura afetiva (...) Eles são incorporados à vida das pessoas, representam experiências vividas, uma aventura afetiva do proprietário (...) Só o objeto biográfico é insubstituível: as coisas que envelhecem conosco nos dão a pacífica sensação de continuidade."
Nesse contexto, analisamos a obra "O Penhoar Chinês", de Rachel Jardim; também, o conto "Os objetos", de Ligya Fagundes Telles; a letra da cançao do Chico Buarque e Francis Hime "Trocando em Miúdos" e, finalmente, o poema "Despedidas", de Affonso Romano de Sant'Anna.
Os textos produzidos pelos oficineiros, em prosa e verso, são marcados pela delicadeza das memórias reinventadas, que, quando partilhadas, recriam uma época.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Oficina Março 2011
Retomamos nossas atividades em fevereiro de 2011, com a 6a. edição de nossa oficina literária. Esse ano pretendemos trabalhar muito com os entrelaçamentos entre narrativa e memória, partindo do pressuposto que:
“O TEMPO atua sobre as pessoas e faz com que seja o presente o elemento formador da percepção sobre o passado. Nesta medida, são fragmentos de memória que se retomam do fundo de cada sujeito social para dizer das marcas que ficaram de um tempo aparentemente esquecido, mas que lá está para ser visto pelos olhos de hoje”. (HALBACHS)
Queremos ver algumas lembranças pelos olhos de hoje, e escrever é uma forma de chegar a esse objetivo. Vamos estimular a fabulação criadora, lembrando que memória também é invenção. Assim, o primeiro exercício do ano tem o mote "Eu me lembro". Confiram os textos e boa leitura.
Profa. Sandra Baldessin
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Oficina: Sermão aos Peixes
Estudamos a obra de Antonio Vieira - Sermão aos Peixes. Foi uma experiência deliciosa, pois alguns alunos já conheciam, mas a maioria não tivera contato anterior com essas belas páginas literárias.
Propostas de exercício:
1) Escrever um texto alegórico, destacando a qualidade de um animal em comparação com o homem. Pode ser o cão, pássaros, ou qualquer outro animal.
2) Escrever sobre os olhos como sentinelas – observar as coisas e extrair lições delas, fazemos isso?
3) Escrever sobre um exemplo de “falsas iscas que nos enganam” e prejudicam nossa qualidade de vida, nossa visão de mundo.
Propostas de exercício:
1) Escrever um texto alegórico, destacando a qualidade de um animal em comparação com o homem. Pode ser o cão, pássaros, ou qualquer outro animal.
2) Escrever sobre os olhos como sentinelas – observar as coisas e extrair lições delas, fazemos isso?
3) Escrever sobre um exemplo de “falsas iscas que nos enganam” e prejudicam nossa qualidade de vida, nossa visão de mundo.
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